Estresse ocupacional e suas repercussões na qualidade de vida de médicos e enfermeiros intensivistas pediátricos e neonatais

  • Fogaça M
  • Carvalho W
  • Nogueira P
  • et al.
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Abstract

Occupational stress and repercussions on the quality of life of pediatric and neonatal intensivist physicians and nurses Artigo originAl introDUÇÃo O conceito de qualidade de vida vem sendo utilizado nos campos da saúde e do trabalho, com o objetivo de verificar indicadores presentes em vários contextos so-ciais e que possam sofrer intervenções através das políticas de saúde ou de estratégias de gestão empresarial. (1) A qualidade de vida no trabalho (QVT) tem sido uma preocupação do homem desde o início de sua existência. Com outros títulos em outros contextos, mas sem-pre voltada para facilitar ou trazer satisfação e bem-estar ao trabalhador na execução de sua tarefa. (2) Para Lacaz, (3) são várias as definições da expressão QVT, ora associando-a as ca-racterísticas intrínsecas das tecnologias introduzidas e ao seu impacto; ora a elemen-tos econômicos como salário, incentivos, ou ainda a fatores ligados à saúde física, mental e à segurança e, em geral, ao bem-estar daqueles que trabalham. Diante dessas assertivas, defende-se que dos elementos que explicitam a

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Fogaça, M. de C., Carvalho, W. B. de, Nogueira, P. C. K., & Martins, L. A. N. (2009). Estresse ocupacional e suas repercussões na qualidade de vida de médicos e enfermeiros intensivistas pediátricos e neonatais. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, 21(3). https://doi.org/10.1590/s0103-507x2009000300010

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