Abstract
A crise global da pandemia e o isolamento social alteraram o cotidiano de sujeitos, estados, instituições e culturas. A cultura digital entrou em ambientes educacionais com reivindicações quase universalistas, com sistemas educacionais e educadores relativamente preparados para enfrentá-la com qualidade social, justiça curricular e educacional. A educação em ambientes virtuais está ocorrendo atualmente em contextos abertos, flexíveis e onipresentes, graças ao uso de comunicação digital e dispositivos tecnológicos. Nessa pedagogia da emergência, a virtualização chegou para ficar, mas de maneira alguma se acredita que seja “em vez de” educação presencial, mas “além de”. São necessárias políticas públicas onde a possibilidade de implementar escolas e universidades mais inclusivas e de apoio, incluindo novos formatos e face a face com profissionais de ensino, mediadores significativos e essenciais de mudança que contribuem através de suas práticas e ações para desenvolver uma pedagogia da virtualização pensando em uma educação cada vez mais inclusiva, democrática e solidária a partir de um paradigma "affective e-Learning". Nesta perspectiva, propomos um diálogo simulado por meio de discussão, debatendo algumas visões, experiências, desafios e horizontes com especialistas, pesquisadores e acadêmicos para o futuro.
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Susana Copertari, & Lopes, C. N. (2020). PEDAGOGIA DA VIRTUALIZAÇÃO EM TEMPOS DE PANDEMIA. Revista Educ@ção Científica, 4(8), 905–921. https://doi.org/10.46616/rce.v4i8.140
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