Abstract
A caatinga possui uma biodiversidade vegetativa ímpar e entre suas inúmeras riquezas vegetais encontra-se o Cereus jamacaru e a Opuntia fícus-indica, cactos muito utilizados na medicina popular. Objetivou-se determinar a atividade antimicrobiana e toxicológica a partir do extrato bruto seco destas cactáceas. A atividade antimicrobiana foi determinada por: Concentração Inibitória Mínima (CIM), Concentração Mínima Bactericida (CMB), Concentração Inibitória Mínima de Aderência (CIMA) e Potencial antibiótico. Para determinar a toxicidade foi utilizado o método de Meyer. No CMI e CMB o extrato de mandacaru efetivou frente a Proteus sp., Pseudomonas aeruginosa, Salmonella sp. e Staphylococcus aureus bactéria esta, que obteve os resultados mais expressivos nos testes. A palma foi efetiva frente Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginose, com halos de maior significado em sua maior concentração. No CIMA não houve formação de biofilme para Salmonella sp. e Proteus sp. na maior concentração de extrato do mandacaru. O potencial antibiótico foi de 37% comparado ao antibiótico padrão. O mandacaru obteve uma CL50 = 19.591,1767 µg/mL e a palma de 16.645,5557 µg/mL. Ambas as plantas revelam ter um potencial antimicrobiano significativo, o que as tornam potenciais terapêuticos para o desenvolvimento de novos fitoterápicos visto que, as mesmas revelaram-se praticamente atóxicas nas condições testadas.
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Silva, P. P. P., Lima, M., Silva, T., Melo, A., & Cordeiro, R. (2018). DETERMINAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIMICROBIANA E AVALIAÇÃO DA TOXICIDADE DO Cereus jamacaru DC (MANDACARU) E DA Opuntia fícus-indica (L) Mill. (PALMA FORRAGEIRA). Revista Eletrônica de Farmácia, 14(3). https://doi.org/10.5216/ref.v14i3.44190
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