Abstract
O presente artigo procura explicar a internacionalização da hotelaria portuguesa nos países que se designam de economias emergentes latu sensu, situados em África e região nordeste do Brasil (abrange 72% das unidades hoteleiras e 93,8% das cadeias portuguesas com unidades hoteleiras no exterior). A partir de um inquérito junto dos diretores das unidades hoteleiras procurou-se caracterizar a afirmação no exterior através de três vetores: dimensões da internacionalização, forças competitivas e características da operação no exterior. Além das respostas ao: Porquê, o Quê, Como e para Onde, este artigo revela a posição face aos concorrentes, clientes, fornecedores, novas entradas e produtos substitutos; acresce as especificidades operacionais como o posicionamento face à distribuição, produto comercializado, opções de estandardização versus adaptação, entre outros. Procura-se ainda responder à seguinte questão através dos dados disponíveis: qual tem sido o ritmo de expansão da hotelaria portuguesa no exterior? O processo de internacionalização ocorreu essencialmente para o espaço lusófono. Apenas um grupo apresenta um posicionamento multi-mercado, podendo ser considerado uma multinacional; os restantes têm um posicionamento multi-doméstico.
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Brito Carrasqueira, H. M., Galvão Garcia, P. C., & Cotrim Carrasqueira, M. (2018). A internacionalização da hotelaria portuguesa para os mercados emergentes. Investigaciones Turísticas, (15), 34. https://doi.org/10.14198/inturi2018.15.02
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