Abstract
Objetivou-se quantificar a incidência da antracnose em abacates ‘Hass’ e caracterizar a agressividade e a sensibilidade in vitro do patógeno a fungicidas. Frutos de diferentes pomares foram amostrados em packinghouse e tiveram a incidência da antracnose avaliada durante 12 dias de armazenamento a 25 ᴼC e 80-85% UR. Avaliou-se a o diâmetro das lesões de antracnose após sete dias da inoculação de abacates com isolados de C. gloeosporioides. A inibição do crescimento micelial foi avaliada nas concentrações 0, 1, 10, 100 e 1000 mg L-1 de azoxystrobina, difenoconazol, oxicloreto de cobre e tiabendazol. A incidência de antracnose foi baixa até o sexto dia, sendo observado um aumento acentuado nos três dias finais de armazenamento, com incidência superior a 55% e diferenças entre as procedências. Abacates inoculados com 20 isolados do patógeno apresentaram diferenças no diâmetro de lesões aos quatro e seis dias de armazenamento. Os fungicidas difenoconazol e tiabendazol foram altamente eficientes em inibir o crescimento micelial. Oxicloreto de cobre foi o que menos inibiu o patógeno nas três menores concentrações, razão de ter sido considerado ineficiente, entretanto, a 1000 mg L-1 foi, em geral, superior a azoxistrobina.
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Fischer, I., Moraes, M., Palharini, M., Cruz, J., & Firmino, A. (2019). Ocorrência de antracnose em abacate, agressividade e sensibilidade de Colletotrichum gloeosporioides a fungicidas. AGROPECUÁRIA CIENTÍFICA NO SEMIÁRIDO, 13(2), 130–137. https://doi.org/10.30969/acsa.v13i2.816
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