Comportamento da variabilidade da frequência cardíaca e da capacidade funcional de acordo com o tempo de transplante renal

  • Andrade C
  • Maia T
  • Bezerra S
  • et al.
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Abstract

Introdução: Desequilíbrio autonômico, com aumento da atividade simpática e redução da parassimpática, pode ocorrer no transplantado renal, representando forte indicador de risco cardíaco. Objetivo: Avaliar a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) e a capacidade funcional dos transplantados renais de acordo com o tempo de transplante renal. Métodos: Série de casos envolvendo transplantados renais divididos em grupos de acordo com a mediana do tempo de transplante renal (158 meses). Foram avaliados a VFC através do Holter por 24 horas, o nível de atividade física (IPAQ) e o desempenho funcional (teste de caminhada de 6 minutos). Resultados: Os indivíduos comportaram-se diferentemente em relação à VFC e à capacidade funcional. No entanto, aqueles com maior tempo de transplante apresentaram maior VFC, eram menos ativos e variaram mais no desempenho funcional. Conclusão: O presente estudo constata a presença de diferenças individuais na VFC e no desempenho funcional entre os transplantados renais de acordo com o tempo de realização do TX.

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Andrade, C. C. A., Maia, T. O., Bezerra, S. D., Rocha, L. G. da, Souza, H. C. M. de, & Marinho, P. É. de M. (2018). Comportamento da variabilidade da frequência cardíaca e da capacidade funcional de acordo com o tempo de transplante renal. ConScientiae Saúde, 17(4), 386–394. https://doi.org/10.5585/conssaude.v17n4.8534

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