Abstract
Este artigo pretende destacar duas modalidades de direção de tratamento do autismo a partir de duas diferentes concepções clínicas. De um lado, a terapia cognitivo-comportamental, cuja perspectiva clínica tem como centro a noção de transtorno; de outro lado, a psicanálise, a partir da noção de sintoma. Enquanto a noção de transtorno coloca o autista numa posição deficitária que deve ser minorada através de técnicas de ajustamento e aprendizagem, tal como desenvolvida pelo método TEACCH, a noção de sintoma, própria da psicanálise, permite afirmar no autismo a dimensão de sujeito, cuja aposta é oferecida pela “prática entre vários”.
Cite
CITATION STYLE
Calazans, R., & Martins, C. R. (2007). Transtorno, sintoma e direção do tratamento para o autismo. Estilos Da Clinica, 12(22), 142–157. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v12i22p142-157
Register to see more suggestions
Mendeley helps you to discover research relevant for your work.