Abstract
O presente artigo almeja analisar a trajetória da Arqueologia acadêmica universitária no Brasil, partindo de uma perspectiva institucional do Estado de São Paulo. Opta-se por uma visão externalista da História da Ciência, inserindo a própria ciência em um contexto social mais amplo.Com esse objetivo, passaremos pela fundação da Universidade de São Paulo e a institucionalização das relações intelectuais com a França, nas décadas de 1930 e 1940; as ações de Paulo Duarte, humanista brasileiro responsável, entre outras realizações, pela fundação do Instituto de Pré-história; o Golpe Militar e seus desdobramentos sobre algumas das práticas da Arqueologia universitária, chegando, por fim, à democratização política nos anos de 1980 e a inserção das pesquisas brasileiras no cenário internacional.
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Funari, P. P. A., & Carvalho, A. V. (2012). Universidades, Arqueologia e Paulo Duarte. Revista Do Museu de Arqueologia e Etnologia, (22), 89–96. https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.2012.106849
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