Abstract
O objetivo foi identificar o recebimento de capacitação em cuidados paliativos, bem como conceito de finitude, sentimentos, fatores de interferência e mecanismos de superação e o tipo de relação interpessoal mantida. Pesquisa de campo e transversal com abordagem quali-quantitativa desenvolvida com 20 profissionais de saúde que trabalhavam diretamente com clientes em cuidados paliativos em um hospital filantrópico da capital paulista. Os resultados revelaram que, apesar da maioria não ter capacitação nessa área, foi unânime a afirmativa de sua importância. Consideram a finitude humana uma etapa a ser vivida com dignidade. A dor, angústia, medo e depressão foram as condições mais recordadas no atendimento dos clientes. As interferências cotidianas mais citadas foram a escassez de pessoal, material, tempo, desvalorização profissional e problemas comunicacionais. Os mecanismos de enfrentamento citados estavam ligados í humanização, ética e responsabilidade. A relação entre profissionais e binômio profissional-cliente foi avaliada como boa e favorável ao aprendizado.Palavras-chave: cuidados paliativos, profissional de saúde, paciente terminal.
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Schimidt, T. C. G., & Do Nascimento, V. S. R. (2012). O cotidiano do trabalho em cuidados paliativos na percepção dos profissionais de saúde. Enfermagem Brasil, 11(5), 294–300. https://doi.org/10.33233/eb.v11i5.3820
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