Território, trabalho e poder: por uma geografia relacional

  • Eduardo M
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Em uma abordagem cientificamente geográfica, cujo fundamento inscreva-se no âmbito da investigação e da compreensão da complexidade com que o espaço geográfico é apropriado por um determinado "tecido social", devemos nos apoiar em certas categorias, bem como, em alguns conceitos e teorias-chave. Estas categorias, conceitos e teorias, ao serem utilizados e devidamente amparados por um método investigativo, demandam, por si, outros temas e/ou noções do qual o pesquisador terá que dar conta, caso pretenda aplicá-las no intuito de compreender uma dada realidade objetiva. Em nossas análises, acerca da formação territorial do sudoeste paranaense, primamos pelo território como conceito central em nossas análises. O conceito de território, numa perspectiva relacional, como sugere Raffestin (1993), nos incitou, sistematicamente, a abordarmos mais de perto a questão do poder, ou melhor, dos poderes, como caminho para o estudo e a compreensão dos movimentos do social. Inerente a todas as relações, em todas as fissuras sociais, o poder, imbricado à lógica territorial e aos sentidos que o trabalho assumiu na contemporaneidade, é um elemento fundamental que nos possibilita avançarmos no desvendamento da dialética da produção e da apropriação do espaço territorialmente.

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Eduardo, M. F. (2006). Território, trabalho e poder: por uma geografia relacional. Revista Campo-Território, 1(2 Ago.), 173–195. https://doi.org/10.14393/rct1211790

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