Abstract
Este artigo baseia-se na questão ambiental nas indústrias e tem como objetivo apresentar um comparativo entre os indicadores de sustentabilidade e apresenta e analisa um quadro comparativo de oito grupos de indicadores de sustentabilidade a partir de dois referenciais teóricos: o científico e o normativo. O primeiro é relativo à sistematização da ideia de sustentabilidade amparada em sua origem nas ciências naturais. O segundo refere--se à noção de constructos socioeconômicos, sustentado em aspectos socialmente constituídos. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, para possibilitar a comparação entre dos indicadores. Conclui-se que os referenciais científicos são elementos que aparecem com maior frequência entre os indicadores analisados. Através desta análise pode-se observar que eles podem ser divididos em 2 grupos, os ligados à ciência, com tributos que aparecem com frequência de 87,5% a 50%, como: geração de resíduos, recursos energéticos, recursos de água doce, biodiversidade, mudanças no clima e camada de ozônio. E o outro grupo ligado principalmente à norma, com uma frequência máxima de 75% de aparecimento, com os seguintes itens: produtos e serviços, auditorias ambientais, investimentos em proteção ambiental, impactos ambientais, restauração ambiental, divulgação de informações ambientais e materiais.
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Raupp, F., Selig, P. M., & Viegas, C. V. (2017). Entre a ciência e a norma: análise comparativa de grupos de indicadores de sustentabilidade. REBRAE, 4(2), 129. https://doi.org/10.7213/rebrae.v4i2.13646
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