Abstract
Neste artigo, investigamos a Netflix, colocando em questão as expectativas do público e da crítica a respeito de mudanças advindas com a introdução do serviço. A partir da análise de matérias jornalísticas, dados de acesso e tendências de investimento da empresa, averiguamos que tipos de experiência sobre o consumo de TV estão em jogo no discurso propalado por analistas e entusiastas do novo. Debatemos, também, como as avaliações sobre as plataformas de streaming renovam as permanentes controvérsias sobre a qualidade televisiva. A despeito do tipo de elucubração despertada pela sensação de ubiquidade e de revoluções estilísticas, defendemos que as práticas relacionadas ao streaming funcionam, na verdade, como atualizações de modelos consagrados na TV linear.
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Castellano, M., & Meimaridis, M. (2021). A “televisão do futuro”? Netflix, qualidade e neofilia no debate sobre TV. MATRIZes, 15(1), 195–222. https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v15i1p195-222
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