Abstract
Objetivo: relacionar as deficiências motoras adquiridas por motociclistas vítimas de acidentes com a gravidade dos traumas sofridos. Método: estudo quantitativo, descritivo, transversal, realizado a partir de dados secundários extraídos de 439 laudos de acidentes motociclísticos ocorridos no Estado de Pernambuco no ano de 2016. Para classificação da gravidade das lesões, utilizou-se a Condensed Abbreviated Injury Scale e para classificação das deficiências a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde. Foi realizada a análise estatística descritiva dos dados. Resultados: a alteração mobilidade das articulações prevaleceu nos motociclistas com gravidade leve (73,7%), e as alterações mobilidade óssea, padrão da marcha e força muscular prevaleceram nos motociclistas que apresentaram risco grave - com ameaça a vida (88,9%, 77,8% e 33,3%, respectivamente). Conclusão: os achados refletem a magnitude da problemática dos acidentes envolvendo motocicletas, e a necessidade de estratégias preventivas e de promoção da saúde.
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Freitas, E. B. da S., & De França, I. S. X. (2018). DEFICIÊNCIAS MOTORAS E GRAVIDADE DE TRAUMAS EM MOTOCICLISTAS VÍTIMAS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO. Cogitare Enfermagem, 23(4). https://doi.org/10.5380/ce.v23i4.57751
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