Abstract
A linha de fronteira que separa o Canadá dos Estados Unidos da América, divide também duas grandes escolas do trata-mento da hérnia. A canadense, liderada pela famosa Clínica Shouldice, que não usa próteses com uma experiência de mais de 260.000 hérnias operadas e a norteamericana onde se destaca o Insti-tuto Lichtenstein onde o uso de próteses é rotineiro. Interessante é observar que ambas as escolas relatam índices de reci-diva em torno de 1%, o que nos faz pensar que as duas técnicas são muito boas e de fato são. Qual a técnica de reparo que devo usar nesta hérnia? Não raro nos interrogamos assim após a dissecção do saco herniário. Tema de inúmeros eventos científicos, a
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Lima Neto, E. V. de. (2004). Classificação de Nyhus e a opção técnica para o reparo das hérnias inguinais: a tênue linha de fronteira entre as próteses e o reparo convencional das hérnias inguinais. Acta Cirurgica Brasileira, 19(2), 164–164. https://doi.org/10.1590/s0102-86502004000200014
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