Abstract
Ribas propõe a noção de dramaturgia da violência nos filmes de João Canijo, resultante do diálogo intertextual que cruza a tragédia grega e o melodrama americano e concretizada na representação de um imaginário português contemporâneo, analisado a partir dos conceitos de não-inscrição (José Gil) e do recalcado (Eduardo Lourenço).
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Hernandez Cardoso, A. (2020). Uma dramaturgia da violência: os filmes de João Canijo, de Daniel Ribas. Aniki: Revista Portuguesa Da Imagem Em Movimento, 7(1), 220–224. https://doi.org/10.14591/aniki.v7n1.653
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