Abstract
Objetivo: conhecer as particularidades acerca da relação mãe-filho no ambiente carcerário, na perspectiva de mulheres em privação de liberdade e de funcionários do sistema prisional. Método: pesquisa de campo, descritiva e com abordagem qualitativa, a qual utiliza a Teoria das Representações Sociais como referencial teórico-metodológico. Dados obtidos a partir de entrevista aberta em profundidade com presidiárias puérperas reclusas; também participaram funcionárias da mesma penitenciária; a análise se deu pelo software ALCESTE 4.5. Estudo aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Pontifícia Universidade Católica de Goiás sob protocolo nº 5712.0.000.168-09. Resultados: emergiram dois eixos e quatro classes, os quais retratam o ambiente carcerário no contexto do binômio mãe e filho, a assistência à saúde e cuidados gerais prestados a elas, as particularidades da maternidade e o vínculo estabelecido entre ambos, bem como a influência da permanência e separação do bebê na perspectiva das participantes. Conclusão: os dados obtidos levam a identificar a necessidade de inserção de profissionais da saúde preparados que atendam à díade de forma humanizada, bem como garantia de direitos, por exemplo, ambiente apropriado à permanência de mãe e filho, dentre outros relevantes.
Cite
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Miranda, D. B. de, Matão, M. E. L., Malaquias, A., & Souza, E. L. de. (2016). Maternidade atrás das grades: particularidades do binômio mãe e filho. Revista de Enfermagem Do Centro-Oeste Mineiro, 6(2). https://doi.org/10.19175/recom.v6i2.984
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