Abstract
OBJETIVO: Estabelecer diretrizes para o tratamento das fraturas da cabeça femoral e determinar a melhor via de acesso nos casos tratados cirurgicamente. MÉTODOS: Avaliamos os resultados clínicos e radiográficos de 13 pacientes (13 fraturas) tratados cirurgicamente entre maio de 1986 e julho de 1996 no Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (SCMSP), Pavilhão "Fernandinho Simonsen". RESULTADOS: Entre as seis fraturas Pipkin 1, cinco foram submetidas à ressecção do fragmento, o que nos levou a quatro resultados excelentes e um bom, sendo este com fixação do fragmento. Três pacientes apresentaram fraturas Pipkin 2 e todas foram fixadas, observados dois excelentes resultados e um regular. Dois pacientes Pipkin 3 foram submetidos à artroplastia primária. Dos dois pacientes com lesão Pipkin 4, um foi tratado com redução e osteossíntese da fratura do acetábulo, sem abordar o fragmento da cabeça que estava bem reduzido e resultou em artrose precoce, e o outro foi submetido à artroplastia total como tratamento primário. CONCLUSÃO: Concluímos após comparação da revisão da literatura com a análise dos nossos casos, que o tratamento da fratura da cabeça femoral deve ser cirúrgico e a escolha da via de acesso vai depender do tipo de fratura.
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Guimarães, R. P., Souza, G. S. de, Reginaldo, S. da S., Ono, N. K., Honda, E. K., Polesello, G. C., & Riccioli Junior, W. (2010). Estudo do tratamento das fraturas da cabeça do fêmur. Revista Brasileira de Ortopedia, 45(4), 355–362. https://doi.org/10.1590/s0102-36162010000400004
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