Revisão de pecopterídeas polimórficas do Neopaleozóico da América do Sul

  • Vieira C
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Pecopteris pedrasica e Asterotheca piatnitzkyi tiveram aqui suas diagnoses emendadas a fim de abranger a polimorfia de suas frondes e esclarecer as ambigüidades na classificação taxonômica das mesmas. Da análise desta polimorfia, foi possível estabelecer um modelo de desenvolvimento para estas frondes, em que a diferenciação ocorre segundo um gradiente topológico das porções proximais para as distais e das porções basiscópicas para as acroscópicas. Este modelo é de grande valia não só para o entendimento da ontogenia de frondes, mas também para a classificação de formas fósseis que porventura apresentem-se incompletas. Com a resolução taxonômica aqui empreendida, pode-se também estabelecer uma correlação mais efetiva entre as distintas associações pecopterídeas da América do Sul. Esta mesma resolução, permitiu constatar que P. pedrasica é a pecopterídea de maior distribuição espacial e temporal do Neopaleozóico sul-americano. Esta distribuição confere um indiscutível caráter euritópico a P. pedrasica, uma vez que os ambientes e as variações climáticas enfrentadas por esta forma nas regiões habitadas ao longo do intervalo de tempo vivido, foram muito diversos.

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Vieira, C. (2007). Revisão de pecopterídeas polimórficas do Neopaleozóico da América do Sul. Revista Brasileira de Paleontologia, 10(2), 107–116. https://doi.org/10.4072/rbp.2007.2.04

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