Ação física: afeto e ética

  • Ferracini R
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] somos um grau de potência, definido pelo poder de afetar e ser afetado. Mas jamais sabemos de antemão qual é nossa potência. Do que somos capazes. É sempre uma questão de experimentação. Não sabemos ainda o que pode o corpo, diz Espinosa, só o descobriremos no decorrer da existência. Ao sabor dos encontros. Só através de encontros aprendemos a selecionar o que convém com nosso corpo, o que não convém, o que com ele se compõe, o que tende a decompô-lo, o que aumenta sua força de existir, o que a diminui, o que aumenta sua potência de agir, o que a diminui. Peter Pal Pelbart 2 Já é bastante comum a conceituação de ação física designada por Grotowski e Thomas Richards. Partindo da diferença entre atividade, gesto e movimento, podemos iniciar uma discussão conceitual sobre o que vem a ser ação física no território da atuação. Resumo A reflexão constante no artigo parte das conhecidas conceituações sobre gesto, movimento e ação de Grotowski para desenvolver um pensamento crítico sobre os conceitos de treinamento e preparação do atuador enquanto limite ético sobre o seu fazer teatral; a memória como experiência/vivência de criação e recriação constante nessa mesma preparação além do desenvolvimento da definição do atuador enquanto porosidade de afetos antes de ser um fazedor de ações. Palavras-chave: ação, preparação, memória. Abstract The reflection in the article leaves of the acquaintances conceptions about gesture, movement and action of Grotowski to develop a critical thought about concepts of the training and preparation of the performer while it limits ethical on yours to do theatrical; the memory as creation experience / existence and constant creation in that same preparation besides the development of the definition of the performer while porosity of affections before being a maker of actions.

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Ferracini, R. (2018). Ação física: afeto e ética. Urdimento, 2(13), 123–133. https://doi.org/10.5965/1414573102132009123

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