Abstract
Este artigo discute algumas categorias comumente usadas no campo da sexologia, mas pouco claras em termos de definição. A sexologia, enquanto uma ciência ainda muito recente, vem-se construindo com a contribuição de pesquisadores oriundos de muitas áreas do conhecimento que trabalham com diferentes percepções e categorias epistemológicas. Tal multidisciplinaridade, por um lado, traz uma rica contribuição para este campo do conhecimento, mas, por outro lado, traz também muita confusão e pouco diálogo entre os seus pares. Ao discutir-se tais categorais, tentou-se situá-las e compará-las, empregando as evidências oriundas de pesquisas empíricas e explicativas na literatura vigente que as sustentem enquanto categorias transdisciplinares úteis de análise. Pesquisas de caráter apenas interpretativo foram deixadas de lado por não contribuirem nessa tentativa teórica interdisciplinar. Esta revisão crítica da literatura, produzida a partir do inglês, traz algumas contribuições sobre uma delas, o transexualismo, bem como sobre algumas das mais recentes formas de abordá-lo em termos acadêmicos e clínicos(AU)
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Cardoso, F. L. (2005). Inversões do papel de gênero: “drag queens”, travestismo e transexualismo. Psicologia: Reflexão e Crítica, 18(3), 421–430. https://doi.org/10.1590/s0102-79722005000300017
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