Abstract
Este ensaio espera tratar das qualidades da cultura material e das substâncias, as comunicativas e as expressivas, independentemente de qualquer limite cronológico e através de um diálogo interdisciplinar com arqueólogos, antropólogos, historiadores, sociólogos, economistas, psicólogos e filósofos. Minha expectativa para este texto é de incorporar ao estudo de cultura material as interferências das coisas, bem como das substâncias, no registro e nas práticas arqueológicas. Alguns estudos de cultura material valorizam o significado das coisas e das substâncias e partem da ideia de que esses podem ser percebidos e vistos como signos que auxiliam seus donos e usuários nos processos comunicativos, e na formação de identidades. Acredito que perceber esses processos como uma rede dinâmica de inter-relações ajudará a estabelecer conexões fenomenológicas precisas e participativas com os demais membros da sociedade, além de entender melhor as relações simétricas entre pessoas, coisas e substâncias.
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Hilbert, K. (2020). Estudos de cultura material: sobre coisas e substâncias na Arqueologia. Oficina Do Historiador, 13(1), 36502. https://doi.org/10.15448/2178-3748.2020.1.36502
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