Nem "jardim encantado", nem "clube dos intelectuais desencantados"

  • Negrão L
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Abstract

Este artigo parte da retomada das principais concepções da sociologia da religião de Max Weber, reafirmando sua excepcional importância para a compreensão dos fenômenos religiosos, seja em sua dinâmica própria, seja em suas articulações com outras dimensões da vida social. Procuramos acompanhar de maneira crítica algumas das leituras que têm sido realizadas de sua obra por sociólogos contemporâneos na França (Pierre Bourdieu), nos Estados Unidos (Peter Berger) e no Brasil (Flávio Pierucci), autores que, tentando superá-la ou resgatando sua autenticidade, chegam a resultados bastante controversos. Finalmente, e a propósito desta última leitura, introduzimos algumas reflexões sobre a realidade religiosa brasileira e sobre o alcance dos processos de desencantamento do mundo e de secularização nesse contexto social.

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Negrão, L. N. (2005). Nem “jardim encantado”, nem “clube dos intelectuais desencantados.” Revista Brasileira de Ciências Sociais, 20(59). https://doi.org/10.1590/s0102-69092005000300002

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