Abstract
Enquanto a Arte/educação modernista liberou o ensino do fazer Arte tradicionalista, o movimento pós-moderno foi refletido e inserido dentro do campo da educação como uma epistemologia que passou a nortear a aprendizagem dos educandos, enfatizando não somente mais os fatores endógenos, afeitos ao modernismo, mas também os fatores exógenos. Partindo de tal pressuposto, o presente artigo visa salientar e defender a ideia de que o programa “Roda Viva” exibido em 1998 e disponível no YouTube como memória registrada, tendo a participação de Ana Mae Barbosa e diversos convidados, foi uma forma cabal de confirmar a passagem do movimento modernista para o pós-modernista, evidenciando não somente mais um único meio democrático como parte fundante na transmissão do saber, no entanto inserindo também o audiovisual como elemento pertencente à esse novo tipo de ensino, além de comprovar a necessidade premente de tal mídia na formação continuada do Arte/Educador.
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Pereira, I. dos S. (2022). programa “Roda Viva” e algumas memórias de outrora. PÓS: Revista Do Programa de Pós-Graduação Em Artes Da EBA/UFMG, 12(26), 267–294. https://doi.org/10.35699/2237-5864.2022.38934
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