Abstract
O modelo de planejamento estratégico de cidades chega à América Latina, passando a ser adotado em cidades brasileiras, com a formulação de planos estratégicos, desde a década de 1990. Em muitas cidades, porém, o padrão de produção da cidade não se deu de acordo com o modelo adotado internacionalmente, mas desenvolveram uma espécie de “planejamento estratégico sem plano” ou “empreendedorismo periférico”, no qual buscam construir atributos para qualificarem sua inserção no cenário competitivo internacional e regional, através da imitação de outros centros urbanos.
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Silva, E. (2012). O Planejamento Estratégico sem plano: uma análise do empreendedorismo urbano no Brasil. GOT - Geography and Spatial Planning Journal, 2, 279–306. https://doi.org/10.17127/got/2012.2.012
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