Gasto energético em paciente amputado transtibial com prótese e muletas

  • Gaspar A
  • Ingham S
  • Chamlian T
N/ACitations
Citations of this article
20Readers
Mendeley users who have this article in their library.

Abstract

Pacientes com amputação transtibial têm um maior gasto energético durante a marcha com a prótese, necessitando consumir 20% a mais de oxigênio quando comparados a indivíduos normais na mesma velocidade relativa. Fisher et al. estudaram o gasto energético em pacientes não amputados em uso de muletas em terreno plano e escadas; concluíram que o volume de oxigênio (VO2) destes indivíduos atingia 40% do máximo esperado para os mesmos e que a freqüência cardíaca chegava à 62% da máxima prevista e portanto, que o uso de muletas em pacientes cardiopatas deveria ser feito com restrições. O gasto energético durante a marcha com muletas axilares é aproximadamente duas vezes maior quando comparada à marcha normal. O objetivo deste trabalho é comparar o gasto energético em pacientes amputados de membro inferior com uso de prótese e muletas. O paciente foi avaliado em relação ao gasto energético com prótese e com muletas axilares através do teste de Shuttle. O instrumento para avaliação foi o K4b2Ò, espiromêtro portátil da Cosmed. Nossos dados mostram que o paciente possui menor gasto energético com a prótese e portanto, percorre uma distância maior do que com as muletas.

Cite

CITATION STYLE

APA

Gaspar, A. P., Ingham, S. J. M., & Chamlian, T. R. (2003). Gasto energético em paciente amputado transtibial com prótese e muletas. Acta Fisiátrica, 10(1), 32–34. https://doi.org/10.11606/issn.2317-0190.v10i1a102428

Register to see more suggestions

Mendeley helps you to discover research relevant for your work.

Already have an account?

Save time finding and organizing research with Mendeley

Sign up for free