Abstract
O autor traça um paralelo entre o tratamento comportamental e o tratamento psicanalítico do autismo, enfatizando as consequências respectivas tanto da concepção da “incurabilidade” do autismo, quanto da “aposta no surgimento de um sujeito”. Analisa a oposição entre os automatismos neurobiológicos inatos e a produção das estruturas psíquicas mínimas pela intervenção do Outro Primordial e, na sua substituição, pela intervenção do psicanalista, e evidencia a importância etiológica das identificações primárias. Fornece diretivas para um tratamento psicanalítico da criança autista, a partir de sua experiência como analista que segue a teoria lacaniana, em contraponto à abordagem de outros psicanalistas da escola inglesa.
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Jerusalinsky, A. (2017). CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES A TODO TRATAMENTO POSSÍVEL DO AUTISMO. Psicologia Argumento, 28(61). https://doi.org/10.7213/rpa.v28i61.19695
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