Abstract
O objetivo deste estudo é analisar a relação entre o grau de intangibilidade e a geração de valor adicionado em empresas brasileiras listadas na BM&FBovespa, no período de 2009-2011. Para tanto, realizou-se pesquisa descritiva, documental e de caráter quantitativo. A amostra investigada é composta pelas 100 maiores empresas em patrimônio líquido que publicaram a demonstração do valor adicionado no período analisado e que comercializaram ações no mês de dezembro de cada ano, permitindo efetuar o cálculo do valor de mercado. O teste Kruskal-Wallis foi utilizado para verificar se existem diferenças estatisticamente significativas entre as médias do valor adicionado e do grau de intangibilidade, considerando o nível de governança corporativa e o setor econômico. A análise dos dados incluiu a regressão linear multivariada, pelo método dos mínimos quadrados em painel, com uso do pacote estatístico EViwes®. Os resultados indicam que o nível de governança corporativa serve como um fator discriminante na geração do valor adicionado, mas o grau de intangibilidade não. O grau de intangibilidade apresentou relação positiva e estatisticamente significativa ao nível de 1% com o valor adicionado, indicando que, no conjunto total das empresas, aquelas com maior intangibilidade geram quantias maiores de valor adicionado.
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Mazzioni, S., Carpes, A. M. da S., & Lavarda, C. E. F. (2014). A relação entre o grau de intangibilidade e a geração de valor adicionado em empresas brasileiras de capital aberto. Enfoque: Reflexão Contábil, 33(2), 71–86. https://doi.org/10.4025/enfoque.v33i2.22298
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