A lógica da internação: instituições totais e disciplinares (des)educativas

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Todo o conteúdo deste trabalho, exceto quando houver ressalva, é publicado sob a licença Creative Commons Atribição 4.0. Todo el contenido de esta obra, excepto donde se indique lo contrario, está bajo licencia de la licencia Creative Commons Reconocimento 4.0. A tecnologia social da internação é bastante antiga e, apesar de toda a crítica sólida já apresentada, de modo surpreendente, continua sendo uma ferramenta bastante utilizada na atualidade. Apesar de sua evidente superação teórica, técnica, política e ética, a internação ainda é largamente empregada em diferentes áreas: na educação escolar (escolas confessionais, colégios agrícolas), na formação do clero católico (seminários), na formação de religiosos e religiosas (casas de formação), na saúde (hospital geral), na psi-quiatria (manicômios), na socioeducação (unidades de privação de liberdade para adolescentes que cometeram atos infracionais), na Assistência Social (casas de acolhimento institucional variadas), na segurança pública (presídios), no exército (quartéis), dentre outros. Dada sua persistência no campo social, é importante conhecer sua estrutura, lógica de funcionamento bem como os efeitos que podem produzir. É isso que é apresentado nesse livro, por meio das categorias de instituição total e disciplinar.

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Benelli, S. J. (2014). A lógica da internação: instituições totais e disciplinares (des)educativas. A lógica da internação: instituições totais e disciplinares (des)educativas. Editora UNESP. https://doi.org/10.7476/9788568334447

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