Abstract
Em 2013, houve mudanças na metodologia do Ibovespa, implementadas a partir de 2014. A BM&FBOVESPA divulgou uma série histórica retroativa de 34 trimestres do Ibovespa calculado com a metodologia nova (Ibovespa Novo) em paralelo ao obtido com a metodologia anterior (Ibovespa Antigo). O objetivo do artigo é verificar se o beta calculado regredindo o retorno das ações contra o Ibovespa Novo (BetaNovo) teria sido capaz de explicar melhor do que o beta calculado regredindo o retorno das ações contra o Ibovespa Antigo (BetaAntigo). O modelo em painel com efeitos fixos é, segundo os testes apropriados, preferível ao modelo POLS e ao de efeitos aleatórios, e indica que o BetaAntigo teria sido capaz de explicar o retorno melhor do que o BetaNovo. O modelo explica melhor a variação entre observações e explica pouco a variação de uma mesma ação ao longo do tempo. O fato de, no período analisado, ter existido apenas o Ibovespa Antigo pode ter influenciado os resultados.
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Serra, R. G., Saito, A. T., & Fávero, L. P. L. (2016). NOVA METODOLOGIA DO IBOVESPA, BETAS E PODER EXPLICATIVO DOS RETORNOS DAS AÇÕES. Revista de Contabilidade e Organizações, 10(27), 71. https://doi.org/10.11606/rco.v10i27.111708
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