PLANEJAMENTO URBANO: limites da participação popular

  • Santos C
N/ACitations
Citations of this article
6Readers
Mendeley users who have this article in their library.

Abstract

Este trabalho apresenta uma breve discussão acerca de como se deu e se dá a participação da sociedade brasileira no planejamento urbano das grandes cidades, discutindo as duas principais correntes que historicamente nortearam esse processo no Brasil. De um lado o "Desenvolvimento Sustentável", de origem européia e que durante certo tempo foi utilizado de forma hegemônica em nosso país, tendo como foco principal a discussão do desenvolvimento das cidades a partir de uma visão ecocêntrica, ou seja, a ecologia como centro das discussões. Esse método, porém se demonstrou limitado e pouco abrangente. De outro lado, a partir da Constituinte de 1988, uma outra vertente do planejamento urbano, denominada de "Planejamento Urbano Alternativo", ganhou um grande impulso com a exigência da elaboração dos "Planos Diretores" para cidades com mais de 20.000 habitantes e com a criação do "Estatuto das Cidades". Em seguida, o trabalho discute os avanços dessa nova forma de pensar o planejamento da cidade, bem como algumas limitações desse processo. Finaliza indicando que o planejamento urbano alternativo somente se dará de forma efetiva e na sua plenitude a partir do aperfeiçoamento e da ampliação dos mecanismos de participação popular nas decisões do futuro da sociedade.

Cite

CITATION STYLE

APA

Santos, C. A. D. (1969). PLANEJAMENTO URBANO: limites da participação popular. Revista LEVS, (3). https://doi.org/10.36311/1983-2192.2009.v0n3.1095

Register to see more suggestions

Mendeley helps you to discover research relevant for your work.

Already have an account?

Save time finding and organizing research with Mendeley

Sign up for free