Abstract
O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do exercício resistido e/ ou alongamento e destreinamento no equilíbrio de idosos. Quarenta e seis idosos foram divididos em 4 grupos: Controle (C, n= 12): receberam orientações sobre prevenção de quedas. Alongamento (A, n= 12); Exercício Resistido (ER, n= 13); Exercício Resistido e Alongamento (ERA, n= 9). Foram realizados exercícios com resistência progressiva e/ou alongamento, em membros inferiores, 2x/semana, durante 12 semanas. Utilizou-se a Escala de Equilíbrio de Berg (EEB) e o Índice da Marcha Dinâmica (IMD), aplicados na 1ª, 6ª, 12ª semana e 6 semanas após o término. Utilizou-se ANOVA por medidas repetidas post hoc Fisher (p≤ 0,05), para comparação entre grupos ao longo das 4 avaliações. O ERA (12ª) aumentou a pontuação da EEB comparado ao ER (55±1 vs 53±2, p= 0,03). No IMD 12 semanas de ERA aumentaram o escore em relação ao pré treinamento (ERA) (23±2 vs 21±3; p= 0,0009). Após destreinamento o IMD do ERA foi superior, comparado ao pré treinamento (23±1 vs 21±3; p= 0,003). A associação do exercício resistido com alongamento (ERA) demonstrou ser mais eficaz para o equilíbrio funcional relacionado ao ambiente (EEB) do que exercício resistido isolado em idosos. Porém, somente o equilíbrio durante a marcha (IMD) foi mantido pelo ERA após o destreinamento.
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Gomes, A. R. S., Wischneski, P., & Rox, R. (2011). Associar ou não o alongamento ao exercício resistido para melhorar o equilíbrio em idosos? Acta Fisiátrica, 18(3), 130–135. https://doi.org/10.11606/issn.2317-0190.v18i3a103638
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