Abstract
Introduction We present temporal and spatial variation of deaths from microcephaly in children under 1 year of age is analyzed at regional, state, and municipal level in the pre-Zika period in Brazil. Materials and Methods Data on births and deaths of infants with microcephaly was obtained from DATASUS from 1996 to 2013. Infant mortality rate from microcephaly (IMR-M) was estimated at Region, Federative Unit (UF), and Municipality level. Secular trend (ST) and risk of death variation were estimated using a Poisson regression model. Satscan software was used to obtain a statistic spatial scan for the Poisson model. Results IMR-M shows a non-significant negative ST in the Southeast, South and Central West Regions of Brazil. A greater IMR-M risk of death variation is found in the North and Northeast Regions. Most UFs in the Southeast, South and Central West Regions showed a negative ST, in contrast to what occurs in the UFs of the North and Northeast Regions showed a positive ST. Six high risk significant clusters were found: 3 in the North-Northeast and 3 in the South-SouthWest-Center-West. Conclusions The North and Northeast Regions showed positive ST for IRM-M and higher death risk, which was not observed in the other regions. Cluster distribution for higher IMR-M and risk resembles the distribution of the microcephaly and Zika cases in the outbreak period.Introducción Presentamos la variación temporal y espacial de las muertes por microcefalia en niños menores de 1 año de edad que se analizan a nivel regional, estatal y municipal en el período pre-Zika en Brasil. Materiales y métodos Los datos sobre nacimientos y muertes de niños con microcefalia se obtuvieron de DATASUS de 1996 a 2013. La tasa de mortalidad infantil por microcefalia (TMI-M) se estimó a nivel de Región, Unidad de Federativa (UF) y Municipio. La tendencia secular (TS) y la variación del riesgo de muerte se estimaron utilizando un modelo de regresión de Poisson. El análisis estadístico espacial fue realizado por un modelo de Poisson utilizando el software Satscan. Resultados La TMI-M muestra un TS negativo no significativo en las regiones sudeste, sur y centro-oeste de Brasil. Una mayor variación de riesgo de muerte se encuentra en las regiones Norte y Noreste. La mayoría de las UF en las regiones Sureste, Sur y Centro-Oeste mostraron un TS negativa, en contraste con lo que ocurre en las UF de las Regiones Norte y Noreste mostraron una TS positiva. Se encontraron seis agrupamientos significativos de alto riesgo: 3 en el Norte-Noreste y 3 en el Sur-Sur-Oeste-Centro-Oeste. Conclusiones Las regiones Norte y Noreste mostraron una TS positiva para la TMI-M y un mayor riesgo de muerte, que no se observó en las otras regiones. La distribución de los agrupamientos de mayor TMI-M y riesgo se asemeja a la distribución de los casos de microcefalia y Zika en el período del brote.Introdução Apresentamos a variação temporal e espacial das mortes por microcefalia em crianças menores de um ano de idade analisadas nos níveis regional, estadual e municipal no período pré-zika no Brasil. Materiais e métodos Os dados sobre o nascimento e morte de crianças com microcefalia é obtido DATASUS 1996 a 2013. A taxa de mortalidade infantil por microcefalia (IMR-M) foi estimada região nível, UF (UF) e município. A tendência secular (ST) e a variação do risco de morte foram estimadas usando um modelo de regressão de Poisson. A análise estatística espacial foi realizada por um modelo de Poisson utilizando o software Satscan. Resultados O IMR-M mostra um ST negativo não significativo nas regiões sudeste, sul e centro-oeste do Brasil. Uma maior variação no risco de morte da IMR-M é encontrada nas regiões Norte e Nordeste. A maioria das UF nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste apresentou um ST negativo, ao contrário do que ocorre na UF das Regiões Norte e Nordeste, que apresentou um ST positivo. Seis grupos significativos de alto risco foram encontrados: 3 no Norte-Nordeste e 3 no Sul-Sul-Oeste-Centro-Oeste. Conclusões As regiões Norte e Nordeste apresentaram um ST positivo para RM e um aumento do risco de morte, o que não foi observado nas demais regiões. A distribuição dos grupos de maior IMR-M e risco assemelha-se à distribuição dos casos de microcefalia e zika no período do surto.
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Dipierri, J. E., Schuler-Faccini, L., Chapur, V. F., & Bronberg, R. A. (2019). Microcephaly infant mortality in Brazil before zika outbreak. Revista de La Facultad de Ciencias Médicas de Córdoba, 76(4), 217–221. https://doi.org/10.31053/1853.0605.v76.n4.25172
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