Abstract
The epiplastic foramen is a natural opening in the thoracic cavity that communicates with the abdominal cavity, located dorsally to the cleft of the liver, contacting the caudal vena cava, portal vein, pancreas, hepatoduodenal ligament and with the small intestine loops. Horses diagnosed with intestinal loop incarceration in the epiplastic foramen require surgical treatment, with a prognosis of being reserved to unfavorable, and the ileum is the intestinal segment most affected in this disease. In addition, because of a strangulative process, the animal shows signs of abdominal discomfort called colic and enterogastric reflux, but clinical signs are variable. Some animals in the palpation present palpable small intestine or not and abdominal discomfort varying from mild to severe. The objective of this work is to report a case of a 5-year-old female Quarter Horse, weighing 430 kg, with a history of abdominal discomfort two days ago and with intermittent pains, from the municipality of Batatais, Veterinary Hospital of Batatais, addressing the animal clinic, diagnosis and treatment. In the rectal palpation he identified slightly distended loops and palpable small intestine and puncture of the peritoneal fluid through the abdominocentesis showed a reddish coloration. The animal was under observation, but even with all the clinical interventions, the pain picture increased and with that it was submitted to exploratory laparotomy, where the incarceration was diagnosed in the epiplastic foramen. In view of the clinical case, it was concluded that the incarceration of the epiplastic foramen may lead to significant intestinal loops involvement, progressing to destabilization of the general state of the animal, being aggravating factors for the surgical procedure, becoming a case of risk of the patient. The animal in this report was submitted to euthanasia due to the great compromise of the intestinal loops. It is concluded that the diagnosis should be performed as early as possible, increasing the chance of resolution with favorable prognosis.El foramen epiplóico es una abertura natural en la cavidad torácica que hace comunicación con la cavidad abdominal, localizada dorsalmente a la fisura de la puerta del hígado, haciendo contacto con la vena cava caudal, vena porta, páncreas, ligamento hepatoduodenal y también con las asas del intestino delgado. Los equinos diagnosticados con encarcelamiento de alza intestinal en el foramen epiplóico necesitan tratamiento quirúrgico, con pronóstico de reservado a la desfavorable, siendo el íleo el segmento intestinal más afectado en esta enfermedad. Además, por ocurrir un proceso estrangulativo, el animal presenta signos de incomodidad abdominal denominado cólico y reflujo enterogástrico, pero los signos clínicos son variables. Algunos animales en la palpación presentan intestino delgado palpable o no e incomodidad abdominal variando de leve a severo. El objetivo de este trabajo es relatar un caso de un yegua de la raza Cuarto de Milla, con edad de 5 años, pesando 430 kg, con histórico de incomodidad abdominal hace dos días y con dolores intermitentes, proveniente del municipio de Batatais, atendido en el municipio de Batatais, Hospital Veterinario de Batatales, abordando la clínica del animal, el diagnóstico y el tratamiento. En la palpación rectal se identificaron tirantes un poco distendidas e intestino delgado palpable y la punción del líquido peritoneal a través de la abdominocentesis se mostró con coloración rojiza. El animal se quedó en observación, pero incluso con todas las intervenciones clínicas, el cuadro de dolor aumentó y con ello fue sometido a la laparotomía exploratoria, donde se diagnosticó el encarcelamiento en el foramen epiplóico. En el caso clínico abordado, se concluye que el encarcelamiento del foramen epiplóico puede llevar al compromiso de alzas intestinales significativo, progresando hacia la desestabilización del estado general del animal, siendo factores agravantes para el procedimiento quirúrgico, pasando a ser un caso de riesgo para sobrevida del paciente. El animal de este relato fue sometido a eutanasia debido al gran compromiso de las asas intestinales. Se concluye que el diagnóstico debe realizarse lo más precoz posible aumentando la probabilidad de resolución con pronóstico favorable.O forame epiplóico é uma abertura natural na cavidade torácica que faz comunicação com a cavidade abdominal, localizado dorsalmente à fissura porta do fígado, fazendo contato com a veia cava caudal, veia porta, pâncreas, ligamento hepatoduodenal e com as alças do intestino delgado. Equinos diagnosticados com encarceramento de alça intestinal no forame epiplóico necessitam de tratamento cirúrgico, com prognóstico de reservado à desfavorável, sendo o íleo o segmento intestinal mais afetado nesta enfermidade. Além disso, por ocorrer um processo estrangulativo, o animal apresenta sinais de desconforto abdominal denominado de cólica e refluxo enterogástrico, porém os sinais clínicos são variáveis. Alguns animais na palpação apresentam intestino delgado palpável ou não e desconforto abdominal variando de leve a severo. O objetivo deste trabalho é relatar um caso de um equino da raça Quarto de Milha, fêmea, com 5 anos de idade, pesando 430 kg, com histórico de desconforto abdominal há dois dias e com dores intermitentes, proveniente do município de Batatais, atendido no Hospital Veterinário de Batatais, abordando a clínica do animal, o diagnóstico e o tratamento. Na palpação retal identificou alças um pouco distendidas e intestino delgado palpável e a punção do líquido peritoneal através da abdominocentese mostrou-se com coloração avermelhada. O animal ficou em observação, porém mesmo com todas as intervenções clínicas, o quadro de dor aumentou e com isso foi submetido à laparotomia exploratória, onde se diagnosticou o encarceramento no forame epiplóico. Diante do caso clínico abordado, conclui-se que o encarceramento do forame epiplóico pode levar ao comprometimento de alças intestinais significativo, progredindo para desestabilização do estado geral do animal, sendo fatores agravantes para o procedimento cirúrgico, passando a ser um caso de risco para o paciente. O animal deste relato foi submetido a eutanásia devido ao grande comprometimento das alças intestinais. Conclui-se que o diagnóstico deve ser realizado o mais precoce possível aumentando a chance de resolução com prognóstico favorável.
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Freitas, D. (2019). Encarceramento intestinal em forame epiplóico: Relato de caso em equino. Pubvet, 13(05). https://doi.org/10.31533/pubvet.v13n5a337.1-7
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