Abstract
Introdução. A atrofia muscular espinhal (AME) é uma doença neuromuscular degenerativa de caráter progressiva. Há diversas abordagens terapêuticas para que se minimize as progressões advindas da doença. O prognóstico favorável é altamente dependente tanto do diagnóstico precoce, quanto do início prematuro do tratamento medicamentoso e de todas as intervenções, dentre elas, a fisioterapia. A intervenção fisioterapêutica pode proporcionar maior sobrevida e com maior qualidade de vida aos pacientes. Objetivos. Analisar, por meio de uma revisão bibliográfica, quais foram as intervenções fisioterapêuticas aplicadas na atrofia muscular espinhal nos últimos 10 anos. Método. Revisão bibliográfica de artigos publicados nas bases de dados Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Scielo, Pubmed, LILACS, e Physiotherapy Evidence Database (PEDro). Resultados. Dos 162 artigos encontrados, apenas 6 artigos cumpriram todos os critérios de inclusão. Foram encontradas formas de avaliação e de recursos fisioterapêuticos utilizados para o tratamento da AME. Conclusões. Diante da pesquisa, verificou-se que as principais intervenções fisioterapêuticas utilizadas na AME nos últimos 10 anos foram exercícios em plataformas vibratórias, exercícios de fortalecimento com resistência, exercícios aquáticos e exercícios respiratórios.
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Silva, F. S. da, Rodrigues, J. M. P., Brito, R. N. de, Macedo, T. C., & Borgmann, A. D. (2021). Intervenção Fisioterapêutica na Atrofia Muscular Espinhal: revisão de literatura. Revista Neurociências, 29. https://doi.org/10.34024/rnc.2021.v29.11029
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