Abstract
1.1-Controle da dor pós-operatória A presença da dor no pós-operatório dificulta a mobilização ativa, restringe o esforço para a tosse pro-dutiva, leva à hipoventilação e compromete o estado geral do paciente operado. Geralmente é mais intensa nas primeiras 24 a 36 horas, sendo que na maioria dos casos já se observa melhora nas primeiras 48 horas. 1.2-Fatores que favorecem a infecção Nas primeiras 48 horas de pós-operatório pode-se observar elevação da temperatura até 38ºC conse-qüente à elevação do metabolismo e ao trauma cirúr-gico. A atelectasia e a pneumonite são as causas mais freqüentes de febre nos três primeiros dias pós-opera-tórios; crise tireotóxica também pode associar-se pre-cocemente com febre pós-operatória. Do terceiro ao sexto da cirurgia deve-se pensar em infecção de cate-teres vasculares, infecção urinária ou incisional, peri-tonite localizada ou generalizada, além de tromboflebi-te de membros inferiores. Do sexto ao décimo dia sur-gem como complicações sépticas, causadoras de fe-bre, os abscessos incisionais e as coleções purulentas. Os fatores sistêmicos que favorecem o
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Stracieri, L. D. da S. (2008). CUIDADOS E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS. Medicina (Ribeirao Preto. Online), 41(4), 465. https://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v41i4p465-468
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