Abstract
Dentre as teses conservadoras acerca das origens intelectuais da Revolução Francesa, figura a convicção de que é sobretudo o homem culto quem pensa abstratamente. Interessado na g~enese histórica da dialética hegeliana, o presente estudo procura reconstituir os passos que possivelmente teriam achatado a volubilidade característica da intelligentsia iluminista no mundo unidimensional do homo ideologicus.
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Arantes, P. E. (1993). Quem pensa abstratamente? Discurso, (21), 53–118. https://doi.org/10.11606/issn.2318-8863.discurso.1993.37965
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