Abstract
Mário Pedrosa, na década de 1950, reivindicou Alfredo Volpi como o maior pintor nacional e como o mestre que deveria ser seguido pelos artistas mais novos. Esse foi um processo conflituoso, que colocou em xeque os antigos cânones do modernismo brasileiro e a forma como se narrava a história da arte nacional. Acompanhar esse processo é deparar-se com o mecanismo que agenciava a presença de pessoas, a persistência de valores nacionalistas e a relevância de cidades no campo artístico brasileiro.
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Rosa, M. P. (2018). Uma história de mestres e ilhas: Volpi por mário pedrosa. Sociologia e Antropologia, 8(3), 849–873. https://doi.org/10.1590/2238-38752018v835
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