Abstract
O modelo feminino mariano destaca modos de comportamentos tais como submissão, humildade, generosidade etc. Tais comportamentos compõem as . Há possibilidades de se contrapor a este poder através de uma (Bourdieu 2003). Ao lado dessa perspectiva, destacamos que o amor materno não pode ser compreendido com ênfase na dominação; há algo de uma ordem maior que se aproxima do ágape cristão (Mayblin 2010). Este amor materno pode ser interpretado como uma ideia-valor (Dumont 2000) que orienta e ordena a ação dos indivíduos. Os autores discutem em que medida e quais os limites de se pensar o marianismo como uma ruptura com a ordem masculina.The Marian model highlights female behaviors as submission, humility, generosity. Such behaviors make up the , however there are others possibilities to counter this power through a (Bourdieu 2003). Beside this perspective, we emphasize that mother's love can not be understood with emphasis on domination. There is a encompassing and larger symbolic order closer to Christian agape (Mayblin 2010) that can be interpreted as idea-value of maternal love (Dumont 2000). This order directs the actions of individuals. Authors discuss to what extent and which the limits of thinking marianism as a breack from the male order are.
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Campos, R. B. C., & Nascimento Jr., J. I. do. (2013). Em Juazeiro do Norte, Nossa Senhora é Deus-mãe: um feminismo mariano? Religião & Sociedade, 33(2), 174–197. https://doi.org/10.1590/s0100-85872013000200009
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