Abstract
Em maio de 2020, por decreto presidencial, as academias foram incluídas no rol de atividades essenciais. Embora o decreto presidencial não tenha sido adotado por muitos estados e municípios, pressões e posicionamentos em favor da reabertura do setor têm ocorrido. Este ensaio discutiu a essencialidade destes serviços e propôs elementos para pautar esta decisão, tomando como base uma sucinta análise de benefícios e riscos sob a ótica individual e coletiva por meio de pesquisa exploratória. Os diversos efeitos positivos da atividade física sobre a saúde permitiriam pressupor a importância da reabertura de academias de ginástica, contudo há distinções entre benefícios e riscos a curto e longo prazos relacionados às doenças crônicas e ao COVID-19 que permitem afirmar que as atividades físicas em âmbito domiciliar são mais adequadas neste momento da pandemia. Assim, não é momento de reabertura de academias de ginástica no país, sobretudo, por não as considerarmos como atividades essenciais.
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Carvalho, F. F. B. de, Silva, R. G. da, & Oliveira, R. B. (2020). A essencialidade das academias de ginástica para a saúde diante da pandemia da COVID-19 no Brasil. Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, 25, 1–5. https://doi.org/10.12820/rbafs.25e0116
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