Abstract
O artigo comenta as ideias de Marx expostas no Caderno III dos Manuscritos de 1844, destacando o papel da sensibilidade na formação estético-cultural do ser social. Analisa criticamente a dualidade estrutural dessa formação sob o regime da propriedade privada, na qual a riqueza da arte é destinada aos ricos e aos demais privações. Ao fim e ao cabo, parafraseando Lukács, o objetivo do artigo é apreender e debater as tensões dialéticas no “campo da luta entre experiências passadas e novas impressões provocadas pela arte”.
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Reis, R. R. (2018). Marx e a estética. Revista Cerrados, 27(47), 16–29. https://doi.org/10.26512/cerrados.v27i47.21180
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