Abstract
Neste artigo, tendo como referência empírica a investigação sobre as políticas públicas de educação de adultos, procede-se a uma análise do caso português. Procura-se compreender como é que se transitou de uma conceção de “Educação Permanente” para a designada “Aprendizagem ao Longo da Vida”. Defende-se a perspetiva de que o campo da educação de adultos, relativamente ao modo como foi historicamente construído na segunda metade do século XX, mudou a sua natureza e já não é maispertinente encará-lo como um projeto global de mudança social.
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Canário, R. (2013). Novos (des)caminhos da Educação de Adultos? Perspectiva, 31(2), 555–570. https://doi.org/10.5007/2175-795x.2013v31n2p555
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