Unidad de colaboración en la diversidad de posiciones

  • Salao Sterckx E
  • Egas Reyes M
  • Brackelaire J
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Abstract

This article explores the paradoxes surrounding prisons and drug use from a clinical perspective grounded in psychoanalytic and institutional frameworks, taking as its point of departure the phenomenon of death by withdrawal among incarcerated individuals in Ecuadorian prisons. It argues that the coexistence of prohibition and tolerance regarding drug use within prisons reflects a structural contradiction—a mirror of broader cultural and social tensions. This paradox is analyzed not merely as dysfunction but as a systemic symptom and a clinical opportunity. The methodology employed is qualitative, based on action-research conducted by a team of clinical psychologists. Group-based clinical interventions were implemented with both incarcerated individuals and prison staff, aiming to create humanizing spaces within environments marked by desubjectivation. The information gathered was then processed through analytic seminars and a systematic review of key learnings. Findings indicate that the militarization of prisons, coupled with an ambiguous approach to drug use, turns institutional neglect into a form of violence. Drugs in prison serve as regulatory mechanisms for psychic distress, thereby becoming a paradoxical tool of institutional management. The article concludes by advocating for a shift in focus—from the crime to the subject—arguing that death by withdrawal is not accidental but rather a predictable consequence of an institutional structure that denies the right to mental health. Drawing from clinical and psychoanalytic insights, the article proposes treating paradox not only as contradiction but as a gateway to critical intervention within the penal system, enabling the emergence of practices that restore social bonds.El presente artículo aborda las paradojas entre prisiones y drogas desde una perspectiva clínica de orientación psicoanalítica e institucional, a partir del fenómeno de la muerte por abstinencia de privados de libertad en prisiones ecuatorianas. Se plantea que la coexistencia entre la prohibición y la tolerancia de los usos de drogas en prisiones implica una contradicción estructural, un espejo de las tensiones culturales y sociales. Esta paradoja se analiza como un síntoma del sistema y una oportunidad clínica. La metodología empleada es cualitativa, de tipo investigación-acción, desarrollada por un equipo de psicólogos clínicos.  Se implementaron dispositivos clínicos grupales con personas privadas de libertad (PPL) y personal penitenciario, como una apuesta por los espacios humanisantes en ambientes de desubjetivación y luego la información se organizó a través de seminarios de análisis y una sistematización de aprendizajes. Los hallazgos indican que la militarización de las cárceles y el abordaje difuso del uso de drogas en prisiones hacen del abandono institucional una forma de violencia. Las drogas en prisión cumplen funciones reguladoras del malestar, volviéndose una forma paradójica de gestión institucional. Se concluye que es necesario desplazar la mirada del delito hacia el sujeto, reconociendo que la muerte por abstinencia no es un accidente, sino el efecto predecible de una estructura institucional que niega el derecho a la salud mental. A partir de un enfoque clínico y psicoanalítico, se propone considerar la paradoja no solo como contradicción, sino como vía de acceso para intervenir críticamente el sistema penal y generar prácticas que restituyan el lazo social.O presente artigo aborda as paradoxas entre prisões e drogas a partir de uma perspectiva clínica com orientação psicanalítica e institucional, tomando como ponto de partida o fenômeno das mortes por abstinência entre pessoas privadas de liberdade em prisões equatorianas. Sustenta-se que a coexistência entre a proibição e a tolerância do uso de drogas nas prisões configura uma contradição estrutural, reflexo das tensões culturais e sociais mais amplas. Tal paradoxo é analisado como um sintoma do sistema e, simultaneamente, como uma oportunidade clínica. A metodologia empregada é qualitativa, do tipo pesquisa-ação, desenvolvida por uma equipe de psicólogos clínicos. Foram implementados dispositivos clínicos grupais com pessoas privadas de liberdade (PPL) e com profissionais do sistema penitenciário, como uma aposta na criação de espaços humanizantes em contextos marcados pela dessubjetivação. Posteriormente, as informações foram organizadas por meio de seminários de análise e um processo de sistematização dos aprendizados. Os achados indicam que a militarização das prisões e a abordagem difusa do uso de drogas no sistema penitenciário configuram o abandono institucional como uma forma de violência. As drogas, nesse contexto, cumprem funções reguladoras do mal-estar, convertendo-se em uma forma paradoxal de gestão institucional. Conclui-se que é necessário deslocar o foco do delito para o sujeito, reconhecendo que a morte por abstinência não é um acidente, mas sim o efeito previsível de uma estrutura institucional que nega o direito à saúde mental. A partir de uma abordagem clínica e psicanalítica, propõe-se considerar a paradoxalidade não apenas como contradição, mas como uma via de acesso para uma intervenção crítica no sistema penal, visando à geração de práticas que possibilitem a restituição do laço social.

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Salao Sterckx, E., Egas Reyes, M. V., & Brackelaire, J.-L. (2025). Unidad de colaboración en la diversidad de posiciones. Revista Ecuatoriana de Ciencias Filosófico-Teológicas, 2(3), 3–16. https://doi.org/10.26807/recifit.v2n3.43

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