Abstract
Este artigo analisa os cursos para formação de parteiras no Brasil, no século XIX. A documentação pesquisada é extremamente rica e levanta importantes questões referentes à formação das parteiras, ao perfil de alunas desejado, à freqüência e ao número de alunas matriculadas, ao papel de médicos e parteiras no atendimento ao parto, à disputa profissional, como ainda, às relações de gênero e raciais, no período.This articles analyzes the training courses for midwives in Brazil in the 19th century. The documentation studied is extremely rich and raises important issues referring to midwives' training; the characteristics of the desired student, the frequency and number of classes; the role of doctors and midwives in attending births; and the still present professional dispute over gender and race relations.
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Mott, M. L. (1999). O curso de partos: deve ou não haver parteiras? Cadernos de Pesquisa, (108), 133–160. https://doi.org/10.1590/s0100-15741999000300006
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