Abstract
O objetivo do trabalho foi comparar os custos de sistemas centralizados e descentralizados de esgotamento sanitário, para pequenas comunidades. Foram escolhidas quatro cidades: Mandirituba, Quitandinha, Bocaiú- va do Sul e Agudos do Sul, localizadas na Região Metropolitana de Curitiba – PR. Na concepção do sistema descentralizado, o lodo proveniente dos tanques sépticos é destinado a uma ETE, sendo coletado e transpor- tado por caminhões limpa-fossa. Obteve-se o custo total do sistema descentralizado realizando a soma dos custos de implantação e de operação. Esse valor foi comparado com os custos de implantação, de primeira etapa, e operação do sistema centralizado (sistema convencional, com rede e ETE), para as mesmas cidades. Os resultados mostraram que, com populações de cerca de 1.500 a 5.500 habitantes, o custo total não apre- sentou diferença significativa na faixa de 1.000 a 2.000 habitantes. Palavras-chave:
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Aisse, M. M., Trafca, A. C., Moll, A. C. B., Misturin, M., & Lucca, P. V. (2015). Análise da economicidade do emprego de tanques sépticos como solução para a gestão dos esgotos sanitários de pequenas comunidades. Revista DAE, 63(199), 58–70. https://doi.org/10.4322/dae.2014.146
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