RELAÇÃO ENTRE ESTRESSORES E INSTABILIDADE HEMODINÂMICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA CARDÍACA

  • Dessotte C
  • Furuya R
  • Rodrigues H
  • et al.
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RESUMO Objetivo: avaliar a relação entre os estressores percebidos na Unidade de Terapia Intensiva e a instabilidade hemodinâmica no pós-operatório de pacientes submetidos à primeira cirurgia cardíaca. Método: estudo observacional analítico, de coorte prospectiva, desenvolvido em hospital universitário do interior paulista. Uma amostra consecutiva e não probabilística foi constituída por pacientes submetidos à primeira cirurgia cardíaca de revascularização do miocárdio ou correção de valvopatias. A Escala de Avaliação de Estressores em Unidade de Terapia Intensiva (com valores de 0-200; o maior valor indica maior estresse) e os marcadores de perfusão tecidual foram utilizados na avaliação das variáveis de interesse. Resultados: participaram do estudo 150 pacientes. Os pacientes com instabilidade hemodinâmica (n=91) apresentaram média de 75,6 pontos na avaliação dos estressores e aqueles sem instabilidade hemodinâmica (n=59) apresentaram média de 72,8 pontos, não havendo diferença estatisticamente significante entre eles (p=0,398; teste t de Student). Conclusão: na amostra estudada não foi constata relação entre estressores percebidos na Unidade de Terapia Intensiva e a instabilidade hemodinâmica no pós-operatório de cirurgias cardíacas.ABSTRACT Objective: assess the relation between the perceived stressors at the Intensive Care Unit and hemodynamic instability in the postoperative period of patients submitted to the first cardiac surgery. Method: observational analytic prospective cohort study, developed at a university hospital in the interior of São Paulo State. A consecutive and non-probabilistic sample was constituted, consisting of patients submitted to the first coronary artery bypass graft or heart valve disease correction. The Environmental Stressor Questionnaire (range 0-200, with higher scores indicating greater stress) and tissue perfusion markers were used to assess the research variables. Results: 150 patients participated in the study. The average score for the assessment of stressors was 75.6 for patients with hemodynamic instability (n=91) and 72.8 for patients without hemodynamic instability, without a statistically significant difference (p=0.398; Student’s t-test). Conclusion: in the study sample, we found no relation between perceived stressors at the Intensive Care Unit and hemodynamic instability in the postoperative period of cardiac surgery.RESUMEN Objetivo: evaluar la relación entre los estresores percibidos en la Unidad de Terapia Intensiva y la inestabilidad hemodinámica en el post-operatorio de pacientes sometidos a la primera cirugía cardíaca. Método: estudio observacional analítico de cohorte prospectivo y desarrollado en un hospital universitario del interior paulista. Una muestra consecutiva y no probabilística fue constituida por pacientes sometidos a la primera cirugía cardíaca de revascularización del miocardio o corrección de valvulopatías. La Escala de Evaluación de los Estresores en la Unidad de Terapia Intensiva (con valores de 0-200; el mayor valor indica un mayor estrés) y los marcadores de perfusión tisular fueron utilizados en la evaluación de las variables de interés. Resultados: participaron del estudio 150 pacientes. Los pacientes con inestabilidad hemodinámica (n=91) presentaron una media de 75,6 puntos en la evaluación de los estresores y aquellos pacientes sin inestabilidad hemodinámica (n=59) presentaron una media de 72,8 puntos, no habiendo ninguna diferencia estadísticamente significativa entre ellos (p=0,398; test t de Student). Conclusión: en la muestra estudiada no fue constatada ninguna relación entre los estresores percibidos en la Unidad de Terapia Intensiva y la inestabilidad hemodinámica en el post-operatorio de las cirugías cardíacas.

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Dessotte, C. A. M., Furuya, R. K., Rodrigues, H. F., Rossi, L. A., & Dantas, R. A. S. (2018). RELAÇÃO ENTRE ESTRESSORES E INSTABILIDADE HEMODINÂMICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA CARDÍACA. Texto & Contexto - Enfermagem, 27(3). https://doi.org/10.1590/0104-070720180004530017

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