Abstract
A paracoccidioidomicose (PCM) é uma micose sistêmica frequente no Continente Americano, com maior incidência nos países da América Latina. No Brasil, as regiões sul, sudeste e centro-oeste são as que apresentam o maior número de casos. A PCM acomete, principalmente, a população masculina ligada às atividades agrícolas. A infecção, geralmente, ocorre pela inalação do fungo dimórfico, Paracoccidioides brasiliensis, que adquire a forma leveduriforme infectante. Dessa forma, os pulmões e as vias aéreas superiores são os primeiros locais acometidos. A disseminação pode ocorrer por via hematogênica ou linfática, com consequente instalação de focos quiescentes em diferentes órgãos e sistemas. Dessa maneira, a PCM pode ser classificada em forma aguda ou subaguda ou crônica, dependendo da sua evolução e quadro clínico. O presente trabalho tem como objetivo apresentar um caso clínico de paracoccidioidomicose forma crônica, com ênfase no diagnóstico diferencial e nas peculiaridades no comprometimento cutâneo da doença.
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Ricci, C. D., Evangelista, C., Tomaz, B. C. A., Silva, M. V. da, & Barbo, M. L. P. (2018). Paracoccidioidomicose: forma crônica cutânea. Revista Da Faculdade de Ciências Médicas de Sorocaba, 20(1), 51. https://doi.org/10.23925/1984-4840.2018v20i1a12
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