Abstract
Um dos paradigmas da química prevê que uma ligação mais curta de um dado tipo é sempre a ligação mais forte. Apesar disto funcionar qualitativamente para alguns compostos, não existe em geral prova de que isso seja sempre correto. Neste trabalho, nós discutimos moleculas para as quais ligações longas levam a ligações fortes ao contrário de ligações fracas. Isto é possível introduzindo constantes de força dos modos locais de estiramento como descritores de força de ligação confi áveis. Para as aminas fluoradas NH2 F (1), NHF2 (2), e NF3 (3), o comprimento de ligação NF diminui enquanto que a força da ligação diminui. Efeitos similares são encontrados para ligações envolvendo um elemento pesado com um efeito relativístico distinto. Uma razão para estes resultados será dada.
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Kraka, E., & Cremer, D. (2012). Weaker Bonds with Shorter Bond Lengths. Revista Processos Químicos, 6(11), 31–34. https://doi.org/10.19142/rpq.v6i11.153
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