Abstract
Introdução. O protagonismo adquirido pelos Cuidados tem se manifestado claramente, inclusive em situações tão contundentes como a invisibilidade das mulheres. A atribuição de papéis tipicamente femininos, frente aos papéis de imposição de controle, força e domínio, que são atribuídos ao gênero masculino, reforçam essa constatação. O objetivo deste trabalho é colocar de pronto como Competência Cultural, que propõe uma série de intervenções, desde a transculturalidade, as quais aportam soluções e, às vezes, ratificam a circunstância de invisibilidade feminina e diferença de gêneros, que é perceptível, inclusive, quando ocorre uma elevação do nível educacional e cultural das mulheres. O presente relato é fruto dos pensamentos anônimos de uma mulher de meia idade, educada, em um ambiente "sexista", para tornar-se mãe e esposa ideal, a fim de cumprir todos os papéis reservados na educação tradicional para as mulheres. Metodologia e resultados. Utilizou-se a entrevista de profundidade como atividade na Intervenção "Terapia de Reminiscência", dentro do Plano de Cuidados estabelecido para um diagnóstico de Desesperança. Conclusões. As conclusões giram em torno do papel que julga o gênero nas relações de casados e na educação dos filhos, visualizando-se influências da estrutura social que impregna todas as perspectivas da vida feminina: publicidade, educação, corroborando suas influências na consecução de objetivos em direção à igualdade de gêneros.
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Fraile Bravo, M. (2008). Disquisiciones de una mariposa sin alas. Cultura de Los Cuidados Revista de Enfermería y Humanidades, (23), 7–17. https://doi.org/10.14198/cuid.2008.23.02
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