Abstract
O objetivo deste ensaio é analisar o papel da Bienal de São Paulo e retratá-la como um dos grandes eventos culturais do país desde sua primeira edição, em 1951. Apesar desta importância, sua face polêmica a acompanha desde então. A 1ª, a 10ª e a 28ª edições são modelos de importância e conflitos abordados neste ensaio. A 10ª, em especial, é observada através dos olhos de um espectador mirim, e considerada por ele como a maior exposição de todos os tempos, apesar de ser a mais criticada dentre todas as edições. Os dramas pessoais e morais que envolveram essa edição são analisados, bem como a experiência estética única vivida pelo fruidor mirim, personagem principal desta análise.
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Coviello, J. (2021). Viagem crítico-sentimental à 10a Bienal de São Paulo e às outras edições. PÓS: Revista Do Programa de Pós-Graduação Em Artes Da EBA/UFMG, 11(23), 291–310. https://doi.org/10.35699/2237-5864.2021.29087
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