Abstract
Objetivo: conhecer as repercussões do diagnóstico da Sífilis Congênita no recém-nascido para a mãe. Método: pesquisa qualitativa desenvolvida com 15 mães de recém-nascidos com Sífilis Congênita e internados em um hospital público do sul do Brasil. Os dados foram coletados por entrevistas semiestruturadas, submetidos à análise de conteúdo e aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa. Resultados: as mães manifestaram sentimentos de culpa, desespero, tristeza e horror. Havia esperança de não passar a infecção para o recém-nascido. Verificou-se a reincidência da doença em mais de uma gestação. Referiram medo do estigma social e buscaram informações motherstoresultss, mothersth cernadasacerca da doença na internet, como também com médicos e enfermeiros. Conclusão: há desinformação das mães quanto à infecção da sífilis, principalmente sobre como evitar a transmissão vertical e a reinfecção. Cabe ao enfermeiro, instrumentalizar a mãe para o cuidado ao recém-nascido com Sífilis Congênita, por meio de um processo educativo que qualifique o cuidado da criança e da mãe.
Cite
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Silva, J. G. da, Gomes, G. C., Ribeiro, J. P., Nobre, C. M. G., Nörberg, P. K. de O., & Mota, M. S. (2019). Sífilis congênita no recém-nascido: repercussões para a mãe. Revista Enfermagem UERJ, 27, e41031. https://doi.org/10.12957/reuerj.2019.41031
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